Georgette Vidor participa do desfile na União da Ilha


O ano em que as Olimpíadas aportam pela primeira vez na América do Sul, em especial no Rio de Janeiro, a União da Ilha do Governador faz um convite aos Deuses do Olimpo para conhecer a cidade que vai sediar os jogos. Ciceroneados pelos carnavalescos Jack Vasconcellos e Paulo Menezes, os deuses descobrem que o Rio é realmente a Cidade Maravilhosa, com vocação nata para a prática de esportes e que nasceu para brilhar no lugar mais alto do pódio.

A tricolor insulana vai abusar dos encantos naturais da cidade e da simpatia do carioca para conquistar os enviados de Zeus. Logo após o desembarque nos Aeroporto Internacional Tom Jobim, na Ilha do Governador, eles começam uma viagem por terra, mar e ar e começam a perceber que aqui é a terra dos esportes.

“Os Deuses chegam ao Rio e não querem mais sair. Eles praticamente passam a ser cariocas e torcedores da União da Ilha”, que vai desfilar alegre, colorida e bem leve. Sem plumas e com a sua maior riqueza que é a sua comunidade. Nossa equipe é medalha de ouro”, destaca o presidente Ney Filardi.

Para superar os obstáculos, ou melhor, a crise financeira na maratona para preparar o carnaval, a União da Ilha abriu mão das plumas e materiais mais sofisticados. Sem nenhum centavo de patrocínio até o momento, o presidente conta que foi obrigado a fazer cortes. Principalmente nas contas de água e luz na quadra e no barracão e quantidade de camisas de diretoria distribuídas a convidados. A quantidade de fogos antes do desfile também vai ser menor, assim como o número de empurradores de alegorias.

“Vamos usar somente o que for preciso. As plumas foram substituídas por penas artificiais brasileiras. E a pista, no dia do desfile será do componente. Estamos fazendo um carnaval caro não só por causa da alta do dólar, mas também porque estamos convidando atletas estrangeiros para desfilar com a gente”, disse o presidente, que negocia para realizar o sonho de ter como um dos destaques o campeão olímpico do atletismo Usain Bolt.

Outros atletas e paratletas são presença garantida no desfile, como o pioneiro do surfe no Brasil, Rico de Souza, a jogadora de vôlei Fabi, e o maratonista Vanderlei Cordeiro e a treinadora Georgette Vidor.

Mas deslumbre não vai faltar no desfile da União da Ilha. Os Deuses do Olimpo desembarcam no Rio num domingo de sol, a chama olímpica natural da cidade que deixa os corpos dourados e convida todo mundo para atividades ao ar livre. E de cara já percebem a vocação para natação, vela e esportes aquáticos, como o surfe nas praias, rios e cachoeiras cariocas.

Em terra, os deuses conhecem floresta, matas e desvendam trilhas naturais, onde o carioca corre, pedala, escala e sempre descola um espaço para bater uma bolinha. O céu azul convida a voar, em asas deltas, parapentes, ultraleves.

“Esporte e lazer se confundem no Rio. Os deuses inclusive descobrem esportes não olímpicos, muito populares por aqui, como os voos de asa delta, o surfe, o skate, a escalada. Eles ficam ainda mais apaixonados quando percebem que o Rio é uma cidade que está pronta para receber não só os esportes, mas gente vinda de todos os cantos do planeta de braços abertos”, conta Filardi.

E depois de conviver com alegria, a União da Ilha espera que os deuses digam que o Olimpo é aqui e que lhe garante a medalha de ouro, ou melhor, o título do carnaval de 2016.

fonte: O Globo - http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/carnaval/2016/noticia/2016/01/enredo-da-uniao-da-ilha-quer-mostrar-aos-deuses-que-o-rio-e-o-olimpo.html

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